E se eu estivesse me sentindo como a vilã da história?

E se eu estivesse me sentindo como a vilã da história?

Quando eu era mais nova sempre lia aos contos de fadas e via como a mocinha vivia “feliz para todo o sempre” no final. Talvez eu fosse ela. Porém, de uns tempos para cá as coisas mudaram, as pessoas começaram a gostar mais dos vilões. Afinal, uma boa história terá sempre um.

A questão é: e se eu estivesse me sentindo como a vilã da história?

Na realidade não é como se eu estivesse me sentindo, a real verdade é que eu estou sendo. Mas, a minha história não está sendo contada nos mínimos detalhes. E sim, a pessoa que a vê por outro ângulo esteja perdendo esses detalhes ocultos.

Só talvez eu esteja vendo os fatos e ninguém mais. Talvez essa história só esteja pairando sobre a minha cabeça. Mas, o problema é que isso está me deixando louca. Acho que louca não é a palavra mais correta. A palavra deve ser incomodada. Mas não literalmente.

É como se eu estivesse sentindo culpa ainda. E toda vez que essa tal de culpa me abraça, eu acabo me colocando no lugar da mocinha.

Acho que eu esteja divida nessa balança. Uma parte de mim quer ser a mocinha, reescrever outra história, só que com o mesmo príncipe. E a outra parte quer ser a vilã e ficar com o príncipe. Mas a culpa sempre estará ali, mesmo eu sendo malvada.

Dentro de mim sempre existirá o lado bom e o lado mau. O único problema é saber quem irá vencer quem.

E acho que a solução deste problema será o tempo. Só ele irá me dizer que caminho devo tomar. E eu irei fazer de tudo para não me sentir a vilã e ter o meu “viveram felizes para sempre”, mesmo que seja uma pequena parcela.

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Sessão Pipoca Duplo: Cavalo de Guerra e A Invenção de Hugo Cabret ♥

Aloha! Amanhã é o grande dia, então ainda dá tempo de participar do sorteio de aniversário, ueba! Voltando ao assunto central do nosso post que é uma sessão pipoca duplo! Sim, é isso mesmo que vocês estão vendo… eu tinha resolvido fazer um “top 5“, porém está meio complicado por causa da falta tempo, então decidi escolher dois filmes incríveis para indicar à vocês. E eles são: “Cavalo de Guerra” do diretor aclamado Steven Spielberg que é um drama que irá te fazer sentir fortes emoções – adoro filmes de guerra históricas. E “A Invenção de Hugo Cabret” do diretor, vencedor do Globo de Ouro, Martin Scorsese que traz uma aventura que se passa nos anos 30 em Paris – não tem como não amar. Saibam mais:

SINOPSE

Ted Narracot (Peter Mullan) é um camponês destemido e ex-herói de guerra. Com problemas de saúde e bebedeiras, batalha junto com a esposa Rose (Emily Watson) e o filho Albert (Jeremy Irvine) para sobreviver numa fazenda alugada, propriedade de um milionário sem escrúpulos (David Tewlis). Cansado da arrogância do senhorio, decide enfrentá-lo em um leilão e acaba comprando um cavalo inadequado para os serviços de aragem nas suas terras. O que ele não sabia era que seu filho estabeleceria com o animal um conexão jamais imaginada. Batizado de Joey pelo jovem, os dois começam seus treinamentos e desenvolvem aptidões, mas a 1ª Guerra Mundial chegou e a cavalaria britânica o leva embora, sem que Albert possa se alistar por não ter idade suficiente. Já nos campos de batalha e durante anos, Joey mostra toda a sua força e determinação, passando por diversas situações de perigo e donos diferentes, mas o destino reservava para ele um final surpreendente.

TRAILER LEGENDADO

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 anos.

SINOPSE

Paris, anos 30. Hugo Cabret (Asa Butterfield) é um órfão que vive escondido nas paredes da estação de trem. Ele guarda consigo um robô quebrado, deixado por seu pai (Jude Law). Um dia, ao fugir do inspetor (Sacha Baron Cohen), ele conhece Isabelle (Chloe Moretz), uma jovem com quem faz amizade. Logo Hugo descobre que ela tem uma chave com o fecho em forma de coração, exatamente do mesmo tamanho da fechadura existente no robô. O robô volta então a funcionar, levando a dupla a tentar resolver um mistério mágico.

TRAILER DUBLADO

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 10 anos.

Quem aí já assistiu? E quem ainda não? Eu realmente gosto muito dos dois longas metragens, são os tipos de filmes que te encantam do começo ao fim! Comentem!

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Beijos, Lia

Skate – A História!

Sabe aquelas horas em que vocês não tem nada fazer? Então, foi assim que eu comecei a pesquisar sobre um assunto: como surgiu o skate? E foi pensando nos garotos que acessam o blog que eu decidi trazer essa curiosidade, é claro que eu sei que tem meninas que curtem este esporte, assim como eu, uma pena que eu não saiba andar, isso por que eu tenho um skate em casa, hahah! É uma leitura bem rápida e tranquila de ler, confiram!

Ainda não se sabe exatamente quando apareceu o skate, mas pode-se dizer que foi no princípio dos anos 60 na Califórnia. Era em uma época aonde reinava o surf e a curtição total sobre uma prancha, mas como as coisas nunca davam certo aqueles mesmos surfistas pegaram as rodas de seus patins, e colocaram em “shapes”, para que assim pudessem surfar em terra firme.
Os skates eram muito primitivos, não possuíam nose nem tail, era apenas uma tábua e quatro rodinhas. O crescimento do ‘surf no asfalto’ se deu de uma maneira tão grande que muitos dos jovens da época se renderam ao novo esporte chamado skate. Surgiam então os primeiros skatistas da época.
Era uma época onde o free style dominava, os skatistas usavam e abusavam deste tipo de manobra. No ano de 1965 se comercializaram os primeiros skates fabricados industrialmente e começaram as primeiras competições. Esse esporte então teve seu auge em meados dos anos 70, quando ocorreu um fato que chocou a maior parte de todos os skatistas: a revista “Skateboarder”, uma das mais importantes sobre o assunto, anunciou a sua mudança de planos, agora cobrindo assuntos sobre competições de Biker’s.
Foi quando se deu a ‘morte’ do skate. Muitas pistas fecharam, e muitos abandonaram o esporte, apenas ficando os que realmente gostavam. Esses skatistas – que perderam suas pistas, suas revistas, e tudo que era a respeito deles – lançaram-se a andar nas ruas, usando tudo que achavam no cotidiano como obstáculos. Daí se deu o street skate.
Lá pelos anos 70 houve o racionamento de água nos EUA, e muitas pessoas tiveram que esvaziar suas piscinas. Foi aí que os skatistas perceberam que essas piscinas vazias poderiam ser ótimos obstáculos. Surfava-se assim o ‘skate vertical’
Nos anos 80 o skate volta ao seu auge, com a inovação dos skates, e a utilização das pistas em “U” – os half pipes. O skate retorna às suas origens de muitos adeptos, e com o aparecimento de vários nomes do skateboard mundial: Steve Caballero, Tony Alva, Tom Sims, entre outros contribuíram e muito para o progresso do skate.

O que acham deste tipo de post? Vocês gostam? Tem algum guri ou guria que sabe andar de skate? E tem alguém que morre de vontade, assim como eu, de andar de skate e fazer aquelas manobras mega legais? Me contem tudo pelos comentários, não se esqueçam é muito importante!

Beijos, Lia

(Adaptação: Via – Imagens Via: We Heart It)

A história dos cartazes “Keep Calm and Carry On”.

Você já deve ter visto esses cartazes circulando pela internet. O “Keep Calm and Carry On” foi um cartaz criado pelo governo britânico durante a Segunda Guerra Mundial para motivar a população e acalmá-la diante do cenário de medo. Veja mais sobre a história desse cartaz e suas transformações na cultura digital de hoje em dia! Continuar a ler

Claddagh Ring

“Há mais ou menos 400 anos, numa vila pesqueira irlandesa chamada Claddagh, perto da cidade de Galway, viveu um mestre joalheiro chamado Richard Joyce, cujo design de um anel composto por duas mãos segurando um coração coroado acabou por tornar-se parte da tradição irlandesa até hoje.

O anel Claddagh pertence a um grupo maior de anéis chamados Fede, cujo design era o de duas mãos se tocando, simbolizando , comprometimento e verdade, e que remontam aos antigos romanos. Este tipo de anel foi muito popular durante a Idade Média na Europa. A diferença do Claddagh para os Fede é justamente o coração coroado.

De acordo com a tradição, se o anel é usado na mão direita, com a coroa de cabeça para baixo (invertida) significa que a pessoa que o usa é descomprometida. Se usado ao contrário, significa algum comprometimento. Se o Claddagh é usado na mão esquerda, com a coroa apontando em direção aos dedos das mãos, o coração dela é totalmente comprometido com alguém.

Sozinho(a): mão direita ponta do coração sentido ponta dos dedos;
Namoro:  mão direita ponta do coração sentido do pulso;
Noivado:  mão esquerda ponta do coração sentido ponta dos dedos;
Casado(a): mão esquerda ponta do coração sentido do pulso.

Cada um dos elementos da concepção de um anel Claddagh tem um significado: O coração simboliza o amor, as mãos em torno do coração simbolizam amizade, e a coroa significa lealdade.

O simbolismo do design Claddagh se resume perfeitamente dizendo “vamos reinar no amor e amizade” .

O mais antigos exemplares de anéis Claddagh possuem um selo com as letras RI, marca do ourives Richard Joyce (meados do século XVII (circa)-1737). O interesse por esse design em particular (mãos segurando um anel coroado) começou a se intensificar após a morte de Joyce, e os anéis eram feitos inicialmente a partir de um molde feito em osso de um molusco (cuttlefish) encontrado naquela região, utilizando a técnica da cera perdida.

Existem duas lendas antigas sobre o Claddagh: A primeira diz que uma irlandesa de nome Margaret Joyce casou-se com um rico comerciante espanhol de nome Domingo de Rona. Depois do casamento, foram morar na Espanha, onde Domingo faleceu, deixando à Margaret uma imensa fortuna. Ela então retornou a Galway, onde se casou novamente com o prefeito da cidade e era reconhecida pelas obras de caridade. Um dia, uma águia derrubou no seu colo um anel Claddagh, que ela usou até morrer. A segunda lenda conta que Richard Joyce foi feito prisioneiro por corsários algerianos, que o venderam como escravo a um ourives mouro que o treinou nas artes da ourivesaria. Em 1689, Richard foi libertado da escravidão e seu antigo dono ofereceu a ele sua filha em casamento e metade da sua riqueza, se Richard ficasse na Argélia. Porém Richard preferiu voltar para casa e trouxe para a Irlanda a idéia do design do anel, hoje mundialmente famoso como anel Claddagh.

A história romântica do místico e lindo anel Claddagh aconteceu a cerca de 300 anos atrás, numa pequena vila de pescadores chamada Claddagh, fora dos muros da cidade de Galway na costa oeste da Irlanda.

A lenda diz que certa vez um barco de pescadores fora capturado por piratas e seus tripulantes vendidos como escravos à um rico joalheiro turco. Um dos tripulantes, Richard Joyce, casaria nesta mesma semana.

Os anos se passaram e não houve casamento, Richard Joyce trabalhava na negociação de jóias. Com o tempo Joyce se tornou um grande artesão, e nunca esqueceu a mulher que amava e deixara na vila. Ele fez um anel de ouro para ela, onde no centro havia um coração que representava o amor, uma coroa que significava lealdade e duas mãos representando a amizade.

Após oito anos ele conseguiu escapar de seus raptores e retornou a sua vila, e para sua alegria ele descobriu que seu amor nunca perdera a esperança de reencontrá-lo. Ele deu o anel que tinha forjado a ela, se casaram, e nunca mais se separaram.

Colocar este anel em sua mão direita com o coração apontando para fora, siginifica que seu coração não pertence a ninguém. Colocar este anel em sua mão direita com o coração apontado para o seu coração, significa que tem alguém em sua mente. Mas colocar este anel em sua mão esquerda com o coração apontando para o seu coração mostra que duas pessoas se uniram para sempre. Estes anéis foram mantidos como relíquias familiares que passaram de geração para geração, de mãe para filha no dia de seu casamento.

O design deste anel se tornou internacionalmente popular. A simplicidade do anel e o simbolismo que ele representa, fez dele um presente ideal para um amigo ou para a pessoa amada.”

Legal a história do anel, e além de tudo ele é bem bonito e simbólico de várias maneiras. Eu achei dois sites em inglês, ou seja, não é aqui do Brasil, que vendem este anel em vários modelos, mais sempre tendo os mesmo símbolos, só que tem um porém.. o preço é bem salgado (desculpem, mas não achei um site baratinho, se vocês acharem me avise por comentário e eu atualizo aqui).

A primeira loja virtual é Claddagh Ring e a segunda é Claddagh Ring King.

Beijos, Lia Aguilar ♥